quarta-feira, 31 de março de 2010

B-Day


Oh yeah, that's right. Yesterday was my birthday. And a very nice one I can say, at least when compared with last year. They did have their sad similarities, but that's life i guess... don't feel like pointing them out... Anyway, to tell the truth, it kinda was a normal day. The only difference is that everyone texted or phoned me saying happy birthday... Nah... that's not entirely true. Some people did do some nice things to me =) Eduardo offered me a cream custard (vulgo "pastel de nata") with a candle on it, that was sweet =3 and Tamara (the brazilian girl) surprised me with an almond pie while singing happy birthday and bought me an easter egg ^^ I really wasn't expecting it... lol xD I cooked dinner for everyone and we had a good time =) Couldn't have asked for anything more, so yeah, it was nice =) The day reached its end way too fast and i really wasn't feeling like going to bed so i stayed up late... way too late i guess for someone who had to wake up at 5am. so... i really couldn't go to work on the next morning =$ But I'll make it up somehow. On friday i'm finally going home =D I think i'm needing it...  I miss my family (which includes my cat =P) and my piano... maybe i can bring it in tamara's car ^^ that would be nice ^^ It's the only thing able to abstract me from myself, so i could use it right now. I waste way too many time in front of this screen, just gazing and watching time go by....

Well... i'm going back to bed cause i'm still very sleepy. I had to wake up to bring the jeep back, but that's just as far as i could go.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Life



 Like waves

Moments come and go
 
Nothing lasts forever

People come and go

The faster you realize that the better

Feelings come and go

Don't fool yourself

Life's a merry-go-round

Trying to stop it brings you nothing but pain



Be yourself, Love yourself, Trust yourself 

Follow your instincts
and
Keep it Simple

quarta-feira, 24 de março de 2010

De volta


Local Time: 9.40 pm 

Place: sentada à janela, num dos vários lugares vagos, de um voo da Ryanair entre Weeze (Alemanha) e Porto. 

Estado de espírito? 

Aliviada por finalmente me encontrar dentro do monstrinho dos transportes públicos que é o avião. 

Após ter passado facilmente despercebida com a minha mochila de tamanho e peso extra ao permitido pela simpática companhia de lowcost, enquanto outros se viram obrigados a esvaziar a mala,a tirar os sapatos e quase as calças porque simplesmente o segurança não foi com a sua cara, não pude deixar de pensar o quão ridículo é o sistema onde vivemos. 

Enfim... passemos à frente, que a segurança nos aeroportos é um tema extremamente aborrecido. 

Depois de estarmos todos "confortavelmente" instalados nos nosso lugares, tivemos direito às habituais explicações sobre as saídas de emergência e as, sempre dignas de riso, representações de como apertar os cintos de segurança, usar as máscaras de oxigénio e os coletes salva-vidas. 

Sejamos sinceros, num momento de pânico quem é que se vai lembrar das explicações das senhoras altas que normalmente só servem para nos trazer comida? De qualquer das formas, os que se conseguirem manter suficientemente calmos para ainda saberem o próprio nome, não terão grandes dificuldades em conseguir enfiar uma mascara na cara ou vestir um colete, mesmo sem ninguém lhes explicar como é que isso se faz (digo eu xD). 

Olho à minha volta e divirto-me com as feições de preocupação, muitas vezes medo, de muitas pessoas, coladas às cadeiras e de olhos fechados, enquanto o avião começa a descolagem. Para mim é sem dúvida o melhor momento da viagem. Eu sei que é cliché, mas gostava de conseguir voar. Que posso dizer? Adoro a sensação de de repente abandonar o chão e rumar ás alturas. Apreciar a paisagem enquanto ela se torna cada vez menos detalhada e mais abrangente, enquanto me dirijo a novos ou velhos destinos, até apenas azul e branco ser visível. A expectativa é sempre alta quer esteja a ir ou a regressar. Momento de moderada adrenalina. Além disso tudo o resto na viagem é monótono. Céu, céu, céu. Núvens. Um pouco de turbulência para animar e mais monotonia. Apenas o som incomodativo do deslocamento do avião e do rodar das turbinas. Tento dormir, mas depressa fico sem posição para me sentar, as cadeiras não são especialmente confortáveis. As senhoras hospedeiras também não facilitam e passam a viagem inteira a fazer propaganda ao espectacular menu de preços e comida da Ryanair. Felizmente a aterragem chega eventualmente (o 2º melhor momento da viagem) e está na hora de ir para casa. Dormida em Espinho e regresso até Figueira de carrinho. Pelo caminho chuva e mais chuva... mas depressa me encontro de volta ao meu cantinho =) 

Depois de almoço decido ir para campo e ajudar o Eduardo a arranjar um dos abrigos. Os campos todos verdes, os olivais amarelos, flores por todo o lado. Tinha saudades disto. Apesar da chuva nos ter assombrado inicialmente, a tarde acabou por se revelar bastante produtiva e agradável. Um casal de bonelli e de britangos, 2 buteos e um milhafre-real, fora os habituais grifos e passarada mais pequenina. Os cucos já se ouviram e viram um pouco por todo o lado, parece que chegaram durante a minha ausência... xD


É bom estar de volta =) 

Mas algumas saudades persistem... quero ir para casa, casa casa.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Viagem mais estranha de sempre


Ok ok... 

eu sei que não sou uma pessoa especialmente viajada, pelo que o termo de comparação não é muito elevado. Península ibérica à parte, andei por Paris, um pouco por toda a Alemanha, Manaus city e arredores, e agora Holanda. Atenção que não me queixo e até me dou por bastante satisfeita pelo que já tive oportunidade de ver. Mas independentemente de tudo isso, há que afirmar que esta foi a viagem mais estranha de todas.

Não estive nem de férias, nem propriamente a estudar. 

Não passeei muito, mas também não tive oportunidade de fazer muito mais (talvez se fosse mais aventureira e desenrascada... isto há de lá ir com o tempo xD). 

Gostei da universidade, mas não me convenceu a fazer cá o mestrado (a facilidade de teses em áfrica é que me deixaram a pensar). 

Tenho saudades da minha casinha (ambas), mas também me sinto estranhamente confortável nesta. 

Foi uma experiência no geral positiva, mas que de certa forma não atingiu bem as expectativas... i guess... 

Bom, as aulinhas acabam amanhã, assim como a viagem, e a verdade, não posso nega-la, é que me sinto feliz por voltar. Com a sensação de que não aproveitei isto como devia, mas... 

hmm não sei explicar... é como se me faltasse alguma coisa... 

O quê? 

Não faço ideia... 

(talvez  faça alguma, mas prefiro rejeita-la...)


Nem vontade de tirar fotos tive... o que é no mínimo estranho... 


Enfim... ao menos a cabeça já está mais no lugar, pelo menos por enquanto. O tempo o dirá.

domingo, 21 de março de 2010

Getting random again


Que é feito de mim? 

Perdida algures no tempo e no espaço tenho dificuldade em encontrar-me, saber onde estou. Pensamentos que correm livremente numa mente vazia, que perdeu o interesse por tudo o que a rodeia, demasiado presa em si própria. 

Ao ridículo a que a minha vida se resumiu. 

Tento seguir-me, mas deixei de me ver. Distraída por não sei bem o quê, temo estar a afastar-me do que sempre persegui. Mas será que o devo? Ou não? 

Rodeada de possibilidades infinitas já não sei o que fazer. Tomada pelo desejo de me dividir em mil e seguir diferentes caminhos, acabo por cair em mim e tento avaliar o que realmente me faz querer viver. 

Gostava de me conseguir libertar da minha mente... complica-me demasiado a vida. Demasiadas variáveis a considerar, sentimentos, princípios, emoções, crenças. Toldam-me a visão e distorcem-me a realidade. 

Que é feita da minha coragem e determinação? Aquela vontade de me perseguir até ao final dos meus dias, até me encontrar? 

Não quero cair na estupidez do conforto, do contentamento descontente. Mas como é suposto saber por onde ir se os olhos me foram vendados? 

Tento ignorar-me, dizer a mim própria que o tempo esclarecerá as coisas. Mas não consigo. Sou assombrada dia e noite pela vontade de correr, correr atrás do mundo, de mim. Mas estou cansada... possuída por demasiadas dúvidas sobre o valor de tudo isto. 

Wish i could keep it simple... but i've lost my way. Dunno where i wanna go anymore... my mind's open, but blank... need to find myself again.

domingo, 14 de março de 2010

The Netherlands

Ok... isto de começar posts e nunca os acabar começa a ser o prato do dia e sinceramente já enjoa. Ideias que não são desenvolvidas. Sentimentos que não são totalmente expressados. A journal full of gaps. Enfim... o que lá vai lá vai, mas há que dizer que acalmados os ânimos e enfrentados os factos, há que meter mãos à obra. Porque isto de ficar simplesmente desanimada e revoltada não resolve a vida de ninguém. E eu posso até achar que é o fim do mundo num dia, mas no outro a vida continua. É só olhar em frente e continuar a caminhar :)
Assim sendo, e com a insegurança como companheira e a auto-confiança como conselheira, iniciaram-se os trabalhos. Dias tão longos como todos os outros, mas vividos em tempos distintos, de forma dita característica. Alvorada ás 5 da matina, caminha quando a vontade e a disponibilidade assim o permitem. O dia-a-dia, nada de muito forçado. Monte acima, monte abaixo. GPS na mão, binóculos ao pescoço, relógio e caderno de campo no bolso. Pausa aqui, pausa acolá. 3 trigueirões, 1 pisco-de-peito-ruivo, 1 tentilhão, 1 cotovia-escura, 1 cotovia-pequena, 2 andorinhas-das-chaminés. Sinfonia de cantos e sons cujos autores nem sempre sei quem são, que raramente colaboram e se revelam. Batalha constante entre o perfeccionismo e a inexperiência. Dias que voam. Ao fim de uma semana, sono acumulado, pés doridos e algum decréscimo nos níveis de incerteza. A precisar de algum descanso... mas satisfeita por ter cumprido o que me propus.

Próximo passo?
Interrupção das actividades...

Eu sei eu sei, não faz muito sentido. Mas a vida tem destas coisas. Situações que nos caem do nada. Como se o mundo decidisse conspirar a teu favor (ou contra ti, quem sabe) e de repente tens uma escolha a fazer. Fluir ou não com a corrente. E não vale a pena pensar muito que isso normalmente só complica. É seguir os teus instintos e confiar no que o universo te reserva. Depois surgem os obstáculos. Esses aparecem sempre, mais cedo ou mais tarde. Para te fazer duvidar. Para te complicar a vida. E como em tudo, és dono da decisão. Podes sempre voltar atrás. Mas teimosa como sou, independentemente das consequências, continuo a seguir esta suave loucura  que me corre nas veias. E chamemos-lhe sorte, ou não, mas tenho-me dado bem.

E cá estou eu. Wageningen, Holanda. Numas pseudo mini-férias de 10 dias (cof cof, curso de estatística).

1as impressões...? Quero uma casa de estilo holandês quando for grande =P Saídas de algum tipo de conto-de-fadas, parece que entrei num mundo de fantasia. Passarada por todo o lado, arrependo-me de ter deixado o guia e os binóculos em casa. Gralhas a saltitar pelos passeios em vez de pardais ou pombos, é uma visão no mínimo peculiar. As gaivotas cruzam os céus todo o dia, e os gansos preenchem os campos. É diferente. Mas apesar de tudo, familiar. Chapins, tentilhões, melros, pardais, bichinhos comuns também por aqui, fazem da minha caminhada matinal algo curiosamente reconfortante. 

Bom, o sono já pesa nas pálpebras, o melhor é mesmo parar por aqui. Tomorrow's a new day.


segunda-feira, 8 de março de 2010

Unmotivated...

Feel like closing in this shell of mine and forget the whole world...

sábado, 6 de março de 2010

The battle begins?

I think i may just have started a war... 

oh the hell with it. I have nothing to lose. Let it come. I'm ready for it.

A chegada da Primavera

 E porque não sei muito bem como iniciar o post, faço-lo assim mesmo. Da forma mais bruta e crua que me ocorre neste momento. É verdade que não escrevo alguma coisa de jeito já há algum tempo (espera... isso aconteceu alguma vez? hmm... acho que não... but don't get your hopes high, também ainda não é desta... =P) por isso decidi aproveitar a vontade de aqui deixar qualquer coisa, que é como quem diz de me livrar das minhas próprias vivências, e escrever seja lá o que for.

Ora muito bem, assim como o meu inverno chegou mais cedo, o mesmo aconteceu com a primavera. E isto não resulta de uma simples paranóia minha em adiantar as estações, mas sim de uma constatação do que observo no meu dia-a-dia. Quando falamos em primavera o que nos vem à cabeça? Acho que a descrição mais clássica é vista no filme de animação da Disney o"Bambi". Talvez seja só eu, mas a primavera faz-me lembrar flores, aves a cantar, temperaturas confortáveis e também alguma chuva. Teoricamente esta só chega daqui a umas 2 semanas, mas eu já dei por ela há bem mais tempo. Deixando de lado o facto de datas como o inicio da Primavera, ou do Verão, ou de qualquer estação do ano,  serem meras formalidades e não terem qualquer significado na natureza, já que esta é regida por processos contínuos, passemos ao que interessa.

Onde é que eu ia? Ah, a chegada da Primavera. Então... apesar de neste momento pequenos flocos de neve andarem a esvoaçar lá fora, a época favorita do ano de muito boa gente já aí anda. Os sinais para mim são claros. Flores por toda a parte, o endoidecer da passarada, a chegada das andorinhas, paisagens de verde estonteante e água até dizer chega. É uma época de abundância.

Para mim significa o início dos trabalhos "a sério", mas o que isso quer dizer ainda não sei muito bem, já que determinadas pessoas, com funções supostamente orientadoras, estão sempre a mudar de ideias. Ainda nem comecei e já estou a ficar farta desta coisa chamada de estágio. Não do trabalho em si, que esse é giro e tem me ensinado imenso. Mas pudesse eu agora voltar atrás e definiria tudo sozinha, a meu gosto, sem me deixar controlar por pessoas que no fim das contas também não sabem muito bem o que andam a fazer. Enfim, não falemos de coisas tristes que não vale a pena.

Esta é uma bela época para dar uns passeios e apreciar a beleza do mundo natural. O mais espectacular do meu estágio é que posso desfrutar de tudo isto enquanto desempenho as minhas tarefas. Não há como descrever a sensação do chegar ainda de madrugada ao campo, assistir ao nascer do dia e respirar toda a magia envolvente. De repente a vida torna-se simples e percebo que não preciso de muito para ser feliz. Acompanhada pela minha modesta máquina fotográfica, capturo o que vejo numa tentativa de absorver tudo o que me rodeia. Mas essa tarefa revela-se impossível... os 5 sentidos com que sentimos o mundo (há quem diga que são 6 ou 7, mas não vamos por aí) não podem ser apreendidos numa simples imagem. No entanto, quando revejo estas imagens, alguns destes sentidos são reavivados e consigo, até certo ponto, viajar de volta ao momento... que posso fazer? Sou uma pessoa naturalmente nostálgica...


Bom... e porque fiquei sem nada para dizer (é o que dá quando se desenvolve uma ideia dias e dias depois de a ter iniciado), aqui ficam algumas imagens da Faia Brava no seu início de Primavera ;)


quinta-feira, 4 de março de 2010

Texto rápido para descarregar a raiva

E porque quando se é bom demais as pessoas abusam. De repente acham que têm o direito de mandar em nós se por algum motivo lhes ferimos o ego. E o que mais me chateia é que fico chateada quando devia era manda-las para um certo sítio. Tenho pai e mãe e não mandam em mim, porque haveriam certos senhores de mandar? A minha decisão já foi tomada e não gosto de voltar atrás. Ponto final

quarta-feira, 3 de março de 2010

meh

And when i was just writing a minimally decent post, something just had to break my enthusiasm...

Life sucks sometimes... but i guess all we gotta do is accept it and get over it...

Maybe I'll post tomorrow